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ACATE apresenta vertical de segurança na Interseg

June 17th, 2010 cristine No comments

A vertical de segurança da ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia) foi apresentada a profissionais da segurança pública na 10a Interseg – Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública -, que aconteceu de 13 a 15 de junho, no Centrosul, em Florianópolis. A feira ocorreu paralelamente à 8a Conferência Executiva de Segurança Pública para a América do Sul da IACP (Associação Internacional dos Chefes de Polícia).

No segundo dia do evento, o coordenador da vertical de segurança da ACATE, Luiz Henrique Bonatti, destacou o potencial catarinense em segurança e abordou produtos e serviços das dez empresas que fazem parte do segmento: Automatiza, CS Eletrônica, CSP Controle e Automação, Intelbras, Seventh, T2, Segware, Spherical e Virtos.

“Aproveitamos a presença das principais autoridades e lideranças da segurança pública nacional e internacional em Florianópolis para mostrar o potencial das nossas empresas. Temos soluções para atuar nos mais diversos segmentos da segurança, com software, hardware e equipamentos. Nossas companhias já têm atuação nacional e, algumas, internacional”, afirma Bonatti.

O incentivo à criação de verticais de empresas é um movimento recente da ACATE na busca de uma maior sinergia entre as empresas, a associação e o próprio mercado clientes de soluções tecnológicas de ponta. Já foram lançadas também as verticais de energia, saúde e de telecomunicações. “Com nossas verticais bem definidas, queremos cada vez mais mostrar ao Estado e ao país que Santa Catarina tem soluções tecnológicas para não somente atender os mais diversos segmentos de mercado, mas especialmente promover inovação em produtos, serviços e processos”, explica Rui Luiz Gonçalves, presidente da ACATE.

Saiba escolher o sistema de segurança apropriado às suas necessidades

April 13th, 2010 cristine No comments

A preocupação com segurança é cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. A tecnologia vem sendo utilizada de forma constante para promover segurança às pessoas. Câmeras, sensores, alarmes, monitoramento à distância, todas essas soluções são utilizadas para assegurar a vida e o patrimônio de todos. Essa tecnologia, entretanto, deve ser bem administrada para que se possa obter o resultado esperado. Muitas pessoas a utilizam de maneira errônea, sem consultar especialistas em segurança e acabam gastando com equipamentos que, por serem mal utilizados, não trazem a devida segurança ao cliente.

Segundo a Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), um bom projeto de sistema eletrônico de segurança é definido ao se realizar uma boa análise de risco do imóvel, considerando as necessidades de segurança do cliente. Supondo que a análise de riscos não seja bem realizada, o projeto poderá ser falho, sendo inadequado ao local, ao usuário ou ao tipo de atividade exercida. Poderá então haver falhas de iluminação, de sensores inadequados, da falta de sensores em determinados lugares e de falha de transmissão de sinais de comunicação, entre outros. Logo, o grande culpado do problema será o equipamento eletrônico, que por fim, ficará desacreditado e desvalorizado, enquanto o verdadeiro problema estava no mau dimensionamento das necessidades existentes, ou seja, uma análise de risco inadequada.

O coordenador da vertical de segurança da Acate (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia) e diretor da Segware, empresa catarinense desenvolvedora de software de monitoramento de alarmes, Luiz Henrique Bonatti, garante que a falta de um bom especialista e, consequentemente, de um bom projeto compromete toda a estrutura de segurança de um condomínio, de uma residência ou de uma empresa. “Primeiramente, é necessário trabalhar dentro da lei, com pessoas e equipamentos legalizados. Depois, é preciso saber com quem se trabalha, avaliar o sistema que está sendo oferecido e aí tomar uma decisão”, afirma o empresário.

“Manter locais e pessoas em segurança é algo bastante complexo. Não é um guarda destreinado que vai promover esse resultado. Câmeras, alarmes, pessoas, tudo deve ser muito integrado para surtir o efeito esperado. É por isso que essa é uma área onde o profissionalismo é extremamente necessário”, argumenta Paulo Schwochow, um dos diretores da Seventh, que atua no desenvolvimento de produtos nas áreas de CFTV digital, automação inteligente e segurança patrimonial.

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